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Proposições para o corpo autista


Legenda da foto: Frames extraídos da videoperformance “diagnóstico”
Legenda da foto: Frames extraídos da videoperformance “diagnóstico”


As irmãs Ana Carolina (atriz autista) e Andréia Peres (artista-pesquisadora) convidam para a fruição das proposições acerca do corpo político da mulher no processo de identificação do espectro autista, viabilizadas pelo Prêmio Nodgi Pellizzetti de Incentivo à Cultura e Sistema Municipal de Cultura de Rio do Sul, com realização da Fundação Cultural e Prefeitura de Rio do Sul. Compõem a proposta a videoarte intitulada Diagnóstico e o caderno de artista de nome homônimo, de coautoria das irmãs artistas.


“Ana Carolina foi diagnosticada dentro do espectro autista aos trinta e um anos de idade. Diagnóstico é sobre o tempo de espera, rascunhos de esperas de si. Na obra, a cor azul se faz necessária para criticar um autismo estereotipado, moldado apenas para o corpo infantil, masculino; moldado por uma sociedade patriarcal, precária de políticas socioculturais, que acaba subnotificando o diagnóstico em mulheres. É na obra que se dá a viabilidade da representação no campo das Artes. ”


A classificação etária é livre e as visitações são gratuitas até 8 de dezembro, de segunda a sexta, das 8h às 20h, no hall do Departamento de Artes Visuais, na Fundação Cultural de Rio do Sul.


Horários e dias alternativos, assim como mediações para pessoas com deficiência, devem ser agendados com as artistas.


Mais informações: WhatsApp (47) 98922-4729.

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